segunda-feira, 25 de março de 2013

Este país não é para gente séria

Tendo em conta que "Num acto eleitoral que foi o terceiro mais concorrido da história do Sporting,  (...) até às 19h deste sábado tinham votado presencialmente 13.200, mais 1500 por correspondência. Números apenas superados em duas ocasiões, na história do Sporting: 1988, quando foi eleito Jorge Gonçalves e votaram 17.093 sócios, e 1989, na eleição de Sousa Cintra, em que se manifestaram 15.299 associados." E recordando que há pouco mais de um ano, nas eleições legislativas, tivemos a maior taxa de abstenção de sempre:

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Considerando ainda que nuvens de tempestade - e de prováveis eleições legislativas antecipadas - se começam a formar no horizonte, proponho que:

1. A partir de agora todos os atos eleitorais decorram em estádios de futebol para que o povinho acorra em massa a votar.

2. À semelhança das "quotas" para mulheres, se imponham quotas para jogadores e dirigentes de clubes de futebol nas listas partidárias.

3. O presidente da república forme um governo de salvação nacional constituído exclusivamente por dirigentes dos clubes de futebol, sendo os ministérios mais relevantes e/ou sensíveis sejam entregues aos dirigentes dos chamados "três grandes".


Está-se mesmo a ver que Isto correria tudo muito melhor e seríamos (quase) todos bem mais felizes... Parece-me até que alguns nem dariam pela austeridade... Ou seja, cada vez tenho menos dúvidas: é o futebol que há de salvar este país...

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